sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

As marias-palheta

Olá gurizada! Meu post veio fazer uma ligação, ainda que torta, com um post que o Thi fez no Coluna do Thiago, falando sobre mulheres vulgares.
E chega de lero e vamos pro post!

Uma coisa feliz que me aconteceu a pouco tempo foi ter feito um show com a banda que toco, a Shadows, composta por eu e dois amigos (quando eu terminar de organizar o nosso MySpace, eu juro que ponho aqui, capicce?).

Terminado o show, muitos abraços, elogios e o blá-blá-blá, tudo como deve ser. Até que um ser que parecia ter 30% da roupa*do corpo que deveria usar vai e agarra o baixista da minha banda. Ele se desvencilhou, mas a garota continuou o resto da noite (e deu tempo, viu! Nós tocamos às 9 e saímos umas 4 e pouco) conosco, passando a mão várias vezes no decote (foi a coisa mais indigna que eu já vi) e dando umas indiretas com um sentido pra lá de indecente, se é que vocês que entendem.

E depois a mulherada reclama que é tratada com desprezo pelos homens, que o machismo reina e etcétera e tal. Mas o que fazer quando a mulher que tanto reclama joga-se de forma tão desesperada em cima dos machos de plantão? Como pode ela exigir um direito se nem mesmo moral ela tem para reinvindicá-lo?

Entendo que na hora da conquista, toda garota tem um trunfo, mas sensualidade e vulgaridade são palavras designificados bem distantes e diferentes. Pôr um salto alto, uma micro-saia e uma blusa curtíssima é algo que todas podem fazer; Mas os olhares quentes, o charme e as atenções de rapazes de bem, só quem usa do charme puro e simples pode conseguir.

Estas mulheres vulgares (que, infelizmente para as garotas de bem, não são poucas) estão depredando a imagem feminina e se continuarem assim, daqui a um tempo será impossível provar que a raça feminina ainda tem mulheres íntegras. Por isso, proponho uma campanha: sensualidade sim, vulgaridade não!

*Estes seres em questão são chamados de marias-palheta, porque correm atrás de músicos. No judô, para a desonra da espécie, temos as marias-tatame e no futebol, as marias-chuteira. E, sim, estas marias-palheta tem sido constantes nos barzinhos que freqüento.

Beijos, beijos e inté

11 comentários:

Monique Lôbo disse...

Oi Sam, infelizmente,como diz o Faustão, em toda classe tem a parte podre e a parte boa, e com a mulherada não seria diferente. Infelizmente tem aquelas que acreditam que o seu unico trunfo é o fato de ser do sexo feminino e que a unica forma de sobrevivencia é usando isso de uma maneira vulgar. Estas mulheres esquecem que antes de serem mulheres elas são seres humanos,e que elas podem ser muito mais que corpos e bundas ambulantes. Mas infelizmente, a maioria esquece disso, outros por um interesse mesquinho fazem com que esse tipo de gente seja valorizada, e aí vão nascendo as mulhres frutas/bundas,etc. Mas Sam,não de muita atenção porque esse tipo de trunfo é efemero,o tempo passa pra todos e essas moças vulgares vão se tornar vovós descompreendidas que chamam a atenção de uma forma negativa, essas frutas vão ser esquecidas,porque a nova safra vai nascer, e as marias-palheta/chuteira/tatame/parafina/etc vão ser substituidas por outras marias,que seram substituidas tb,e assim sucessivamente.

Adorei o post!

Bjãoo

Joana disse...

Achei que seria parecido com o post que eu fiz aqui a pouco tempo...
Engano...
Ótima reclamação minha filha! Da próxima espero que saiba o que fazer =D
Até mais^^

' Rôh disse...

Ta lindo lindo seu blog. XD
Já vou voltar aqui mais vezes.

Um abração.


Rôh

Conde Vlad Drakuléa disse...

Flap!flap!Flap! Pousei...

Minha cara Sam, (me lembrou a Samantha Stevens de A Feiticeira), a maioria dessas marias palhetas são tão inexperientes, tolas e fúteis que qualquer macho com mais de 4 neurônios dificilmente daria bola para alguma delas... È claro, a não ser que ele queira alguma garota descartável e sem cérebro para passar algumas horas, mas não creio que fosse o caso do vosso amigo... Tens uma banda? Muito interessante, a música tem um poder mágico para elevar pessoas em todas as sociedades não é? Eu sou totalmente eclético em relação a música, curto das gaitas escocêsas aos Beatles... Um grande beijo do conde ^^

Voei, Flap!Flap!Flap!

☆ Sandra C. disse...

e quando elas aparecem em ambientes de trabalho? como chamam?

Sophie disse...

Puttzzz... pior que eh tão comum ver esse tipo de reação ¬¬.
Cada uma.
massa o blog de vocês ;D
=**

Janaína Moraes disse...

Olá, passei apenas para lhe fazer um convite.
O Estórias Me´diocres está de endereço novo, com um novo layout. Mas a discontração continua a mesma, passe por lá e confira.

http://estoriasmediocres1.blogspot.com

Beijomilinka.

Heverton disse...

Ainda bem que não uso palheta, resolvi abandonar e usar só as unhas mesmo. Minha namorada agradece. Ah e OI, parabéns pelo blog.

Cadinho RoCo disse...

Quando o comportamento esparrama pela vulgaridade não dá mais.
Cadinho RoCo

Sophie disse...

Deixei um selo pra vocês no blog ;D
bj
=**

Rosemeire Polegato disse...

Marias, Marias.... tudo o que tem de bunda e peito falta em neuronios rsrsrsrs. O problema é mais grave do que se pensa. Aquela história que a mulher brasileira perdeu a moral em outros países é real. Quando me perguntam de onde eu sou e eu falo que sou do Brasil, jogam olhares e piadinhas maliciosas, tdo por causa dessas v...a. Desculpe o desabafo. Ufffa. Ate mais.